ELEIÇÃO SINDSUL; CONFIRA LISTA COM APTOS A VOTAR, LOCAIS E HORÁRIO DAS URNAS

Servidores filiados ao Sindsul – Sindicato dos servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia – votarão para escolher a nova diretoria da maior entidade classista do cone sul do estado. A eleição acontece no próximo dia 25 de outubro. Para isso, o Sindsul disponibiliza hoje, 17, a lista com todos os servidores aptos ao voto, locais e horário das urnas (itinerantes e fixas). Para que o servidores confira seu nome e local de votação, basta clicar nos links abaixo. Dúvidas podem ser sanadas através dos telefones; 69 98472-6889 e 69 3322-4696. CHUPINGUAIA: LISTA COM SERVIDORES APTOS A VOTAR (CLIQUE SOBRE O LINK)  PIMENTEIRAS: LISTA COM SERVIDORES APTOS A VOTAR (CLIQUE SOBRE O LINK)  VILHENA: LISTA COM SERVIDORES APTOS A VOTAR (CLIQUE SOBRE O LINK) ITINERÁRIO E HORÁRIO DAS URNAS  Por assessoria  

Faltam 20 dias para a eleição do Sindsul

Olá, servidores. 👋🏽 A eleição para a escolha da nova diretoria está chegando. Faltam exatamente 20 dias para que ocorra a votação. 🗓️ Teremos urnas itinerantes e fixas. 🚙 Locais e horário de passagem das urnas serão divulgados logo, logo. O processo eleitoral ocorrerá no dia 25 de outubro, uma quarta-feira. VOTE! 🗳️

Eleição sindical: período para inscrição de chapas no Sindsul encerra na próxima semana

Iniciado no último dia 05 de julho, o período para a inscrição de chapas que concorrerão na próxima eleição diretiva do Sindsul, termina na próxima semana. Servidores públicos filiados ao Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia – Sindsul – poderão se inscrever até o dia 03 de agosto, às 12h00. A votação que escolherá a nova diretoria será no dia 25 de outubro. A chapa vencedora comandará o maior sindicato de servidores municipais do cone sul a partir de 7 de dezembro, com mandato de quatro anos. As chapas devem ser compostas por 14 servidores. Presidente, vice-presidente, 1º secretário, 2º secretário, 1º tesoureiro, 2º tesoureiro, 1º fiscal (titular), 1º fiscal (suplente), 2º fiscal (titular), 2º fiscal (suplente), 3º fiscal (titular), 3º fiscal (suplente). Além de dirigentes para as cidades de Chupinguaia e Pimenteiras do Oeste. As análises dos componentes serão feitas pela Comissão Eleitoral eleita.

Comissão é formada e Processo Eleitoral é iniciado no Sindsul

Foi eleita na noite de ontem, segunda-feira, 19 de junho, em Assembleia realizada no Sindsul – Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia – a Comissão Eleitoral, assim como, deflagrado o início do Processo Eleitoral, do maior sindicato dos servidores municipais do cone sul de Rondônia. Após o início da Assembleia o presidente do Sindsul, Wanderley Ricardo Campos, declarou aberto o Processo Eleitoral e com isso foi solicitado que os presentes se dispusessem à Comissão. Cinco dos servidores presentes se apresentaram e com a aprovação dos demais foram eleitos para a função. A Comissão composta por cinco nomes é quem organiza todo o processo eleitoral, orientada pela parte jurídica, na pessoa do advogado Jorge Augusto Pagliosa. A comissão ficou composta da seguinte forma; Ronaldo Ribeiro Azevedo Márcia Regina Márcio Adriano da Rocha Gelci Brizolla Leosmar de Oliveira Muniz Cada membro da Comissão recebeu uma normativa do Processo eleitoral e ficou agendado para o dia 30 de junho, uma reunião dos mesmos. A partir daí será eleito o presidente dos examinadores e então começará de fato a divulgação dos passos para possíveis candidatos a próxima diretoria.

SERVIDORES SABATINAM PREFEITO, MAS DISCURSO É O MESMO; “COM OS RECURSOS QUE TEMOS NÃO É POSSÍVEL”

Apesar de não ter tido um resultado, por ora, positivo o presidente do Sindsul, Wanderley Ricardo Campos, classificou como positivo o dia de paralisação da classe do magistério que aconteceu na manhã desta terça-feira, 23 de maio. O grupo reivindica a aplicação do Piso Salarial que prevê reajuste de 14,95% nos salários e teve forte adesão por parte dos servidores municipais. Munidos com faixas e cartazes o grupo se reuniu na sede do Sindsul – Sindicato dos servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia – e depois seguiu para a Câmara de Vereadores, onde sete dos edis estavam presentes, todos deram total apoio ao movimento. Depois o grupo seguiu para o paço municipal, onde convidaram o prefeito a dar explicações sobre o não cumprimento da lei federal. O grupo retornou à Câmara de Vereadores onde discorreu a tentativa por parte do mandatário, assim como do secretário de educação, Flávio de Jesus e representantes da Folha de Pagamento, para o não reajuste. O discurso é o mesmo passado a diretoria do Sindicato semanas atrás “com os recursos que temos não é possível”. O prefeito chegou a dizer que diante dos números, se os professores tivessem alguma solução, que ela fosse apresentada. Uma servidora lembrou que ele é quem foi eleito para tal. Com os ânimos mais calmos a reunião em forma de assembleia, seguiu sem trazer uma solução prática do problema. Os números do índice de Folha que eram de 54%, baixou para cerca de 46%, que segundo a administração, mesmo assim ainda não é possível. SINDSUL  Segundo Wanderley Ricardo, presidente do Sindsul, o saldo positivo do dia é que a administração viu o tamanho e a união dos servidores. “Temos aqui 80% dos servidores do magistério. No mínimo a administração precisa pensar numa solução rápida para aplicação do Piso e não somos nós quem temos que fazer isso. Nosso papel enquanto sindicalistas é cobrar que a lei seja aplicada e disso não vamos abrir mão de forma alguma”, garantiu o presidente. Para a diretoria, a paralisação serve como régua para se medir o quão grave seria para o município uma greve da categoria. PRÓXIMOS PASSOS De acordo com Wanderley o próximo passo é aguardar os números oficiais (que inclusive serão apresentados em Audiência Pública), visto que os vereadores já solicitaram via ofício uma cópia desses números, dos quais o Sindsul também terá acesso. A audiência deve acontecer no dia 31 de maio. “Com os números em mãos iremos analisar com calma e convocaremos os servidores para tomar conhecimento. São eles quem decidem os passos do Sindicato. Peço que fiquem atentos aos grupos e avisos do Sindicato. Essa luta apenas começou”, declarou Wanderley.

Sindsul ingressou em ação que proibe reajuste a servidores previsto no programa de combate ao coronavírus; decisão foi unanime no STF

Sindicato reitera que segue sua luta. Por unanimidade, o Plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou constitucionais dispositivos da Lei Complementar (LC) 173/2020, que estabeleceu o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus e alterou pontos da Lei de Responsabilidade Fiscal (Lei Complementar 101/2000). Entre as regras validadas pela Corte está a que proíbe os entes federados de conceder aumento ou reajustes a servidores públicos até 31/12/2021. O colegiado, na sessão virtual encerrada em 12/3, seguiu o voto do relator, ministro Alexandre de Moraes, e julgou improcedentes as Ações Diretas de Inconstitucionalidade (ADIS) 6447, 6450, 6525 e 6442, ajuizadas por partidos políticos. Pois bem, o Sindsul (Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia) ingressou no ADI (Ação direta de inconstitucionalidade) ainda no ano de 2020 com a finalidade de fornecer subsídio à decisão do STF. Este pedido foi indeferido para todos os sindicatos, instituições e associações de servidores no país. Seguida do indeferimento, veio a decisão final do STF. Julgando que todas as vedações e proibições estabelecidas na Lei Complementar 173\2020 são constitucionais, ou seja, válidas e devem ser aplicadas. Várias ações foram movidas em primeira instância no país. Algumas até chegaram a ser favoráveis aos servidores. Porém acabaram sendo derrotadas na decisão do STF (Recurso Extraordinário RE 1311742) com repercussão geral reconhecida. Mesmo com a derrota de todo o funcionalismo público que está proibido de conceder aumento salarial, criação de cargos e aumentar a despesa com pessoal, o Sindsul reitera sua luta e segue na luta para implementar este “congelamento” em ações ou revisões salarias futuras. Texto e foto: assessoria

VÃO PARAR: Servidores filiados ao Sindsul aderem greve; Ano letivo de 2020 depende da aprovação do Plano de Cargos e Carreira

Movimento terá início na próxima segunda-feira, 02 de dezembro. Com participação maciça dos funcionários públicos de Vilhena, a diretoria do Sindsul (Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia) realizou na noite de ontem, terça-feira, 26 de novembro, uma Assembleia Geral para discussão e votação de uma possível paralisação\greve do funcionalismo público do município, que há mais de dois anos luta pela implantação do Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCC´S) e o resultado foi unânime. Dia 02 de dezembro, próxima segunda-feira, grande parte dos servidores municipais irão parar suas atividades. A reunião entre os servidores públicos que durou quase duas horas, resultou na seguinte forma de movimento grevista: Próxima segunda, 02\12, aderem à greve os servidores lotados na área da SAÚDE, OBRAS E SAAE. Os servidores da EDUCAÇÃO, atenciosos com o fim do ano letivo e complacentes com os alunos, decidiram não pararem neste momento, porém, aprovaram em Assembleia, que não irão iniciar o ano letivo de 2020, sem a aprovação do PCC´S. Como forma de apoio a partir de 02 de dezembro, todo o corpo de funcionários educacionais, irão promover o DIA D. A greve não tem data para terminar. O presidente do Sindicato, Wanderley Ricardo Campos, satisfeito com a aprovação do movimento grevista, foi enfático ao dizer que ‘agora sim os servidores estão começando a entender a real importância da aprovação do PCC´S’. – Essa é uma ação na qual a diretoria não resolve sozinha. Precisamos de apoio dos servidores e agora temos. São 12 anos sem reajuste no salário. Tentamos de todas as formas com a administração municipal atual, mas as conversas destoaram muito de como iniciaram. Chegou o momento em que precisamos ir à luta, pois me parece que nem mesmo a administração, sabe a real importância do servidor público dentro de uma gestão, afirmou Wanderley. Com pouco mais de 1900 servidores filiados, o Sindsul luta pela implantação imediata do Plano de Cargos e Carreira. Texto e foto: Luh Coelho  

Sindsul inaugura filial na cidade de Chupinguaia

Na última quarta-feira, 11 de outubro, parte da diretoria do Sindsul (Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia) foi até o município de Chupinguaia, para estreitar laços com servidores, visitar a nova filial da associação e também para uma conversa com a prefeita Sheila Mosso. Gerônimo Pereira de Araújo, representante do Sindicato naquele município, ficará responsável por atender e esclarecer dúvidas de servidores. Na viagem, a presidência do Sindsul aproveitou para visitar a Escola Municipal de Educação Infantil e Ensino Fundamental Irmãs Júlia, onde se reuniu com professores (da manhã e tarde). A prefeita Sheila Mosso também foi visitada e durante longa conversa os sindicalistas e a mandatária firmaram compromissos de melhorias para os servidores. “Precisávamos dar mais atenção aos servidores filiados de Chupinguaia. Esse escritório dará mais comodidade e clareza aos nossos sindicalistas” disse Wanderley, presidente do Sindsul. Assessoria Sindsul  Texto e foto: Luh Coelho

POLÍCIA FOI ACIONADA: Diretor hospitalar age como ditador e impede diretoria do Sindsul de participar de reunião em Colorado

A diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia (Sindsul), sofreu retaliações e foi impedida de participar de uma reunião com servidores públicos na tarde desta sexta-feira, 29 de outubro, na cidade de Colorado do Oeste. O caso se desenvolveu da seguinte forma; os servidores municipais, que atuam na área da enfermagem naquele município, foram comunicados através de um aviso (imagem) que haveria uma reunião entre eles e o diretor da unidade hospitalar, Ivanir Alves da Silva, onde seriam tratados assuntos referentes à enfermagem. Com isso, a representante do Sindsul, que milita na cidade de Colorado, solicitou a presença da diretoria do Sindicato, para que o mesmo estivesse a par da reunião, onde, segundo ela, seriam tratados assuntos sobre Horas Extras e Plantões. Ao chegarem no local da reunião, os representantes do Sindsul, foram interpelados por Ivanir, que foi enfático ao dizer “vocês não vão participar da reunião. Podem dar meia volta e irem para sua cidade”. Em tom agressivo em suas respostas, o diretor hospitalar, que insistia em dizer que a reunião era administrativa, fato desmentido, tanto pelo aviso colado na parede do (HM) Hospital Municipal Dr Pedro Granjeiro Xavier, quanto pelos servidores que lá estavam, foi além e acionou a polícia militar. Dois agentes foram até o local e de certa forma pioram a situação, já que, ao invés de mediar a situação, acusou os sindicalistas de serem “baderneiros, causadores de tumulto e geradores de motim”. Não satisfeito, o policial que terá seu nome preservado, porém, foi citado no Boletim de ocorrência lavrado mais tarde, insinuou que os representantes sindicais, faziam parte da administração passada e eram também “esquerdistas”. O agente da lei chegou a petulância de dizer que não vivemos em um país democrático e que quem mandava ali era o diretor do hospital. Ao chegar outra viatura ao local, o policial recolheu os documentos dos sindicalistas e em tom ameaçador disse que se não fossem embora, seriam detidos por baderna. Este chegou a dizer à vice-presidente do Sindsul, Sônia de Fátima, que ela era muito baderneira. Por fim, o diretor que quis atuar com “mão de ferro”, cancelou a reunião por não aceita a presença dos representantes sindicais. Com isso, instruídos por sua advogada, os representantes do Sindicato, foram até a delegacia de Polícia Civil e registraram Boletim de Ocorrência por serem impedidos de participar de uma reunião pública, onde seus representados, os servidores municipais estavam presentes. Assessoria Sindsul Texto e Foto: Luh Coelho

Prefeita recua na proposta garantida em greve e deixa sindicalistas decepcionados

Prestes à realização de uma nova Assembleia Extraordinária para tratar sobre a complementação salarial dos servidores, a diretoria do Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia (Sindsul), foi convocada pela prefeita do município a comparecer em seu gabinete, na tarde de ontem, segunda-feira, 21 de agosto. O assunto a ser abordado em tal reunião foi a promessa feita pela administradora municipal, após uma breve greve realizada pelos servidores municipais, ainda no mês junho, quando Rosani Donadon assegurou o alinho dos vencimentos das classes, para o mês de agosto. Na reunião de ontem, Rosani, em companhia do secretário Miguel Câmara e de outros representantes da esfera municipal apresentou aos sindicalistas a contraproposta. Segundo ela, não é possível fazer a correção salarial no mês de agosto, somente no mês de setembro. A prefeita alegou ser esse ‘um passo maior que a perna’. O ponto que mais desagradou os sindicalistas, representantes dos servidores municipais, foi quando mandatária disse não ser possível fazer o complemento de forma retroagida, ou seja, desde o mês de janeiro. O Auxílio alimentação, também não seria incluso no pagamento. Segundo Rosani “O Brasil passar por uma crise financeira e o momento não é propício para a complementação”, declarou Wanderley Ricardo, presidente do Sindsul foi enfático ao rebater dizendo que “a crise é política e não financeira”. O sindicalista afirmou ainda que, caso não haja retroação nos vencimentos, uma ação será protocolada. Com isso, a diretoria do Sindsul convocou seus filiados para uma Assembleia Extraordinária a se realizar na próxima quinta-feira, 24 de agosto, para que seja tomada decisões entre os sindicalistas. De acordo com Wanderley, caso os servidores não concordem com a nova proposta da gestora uma greve não está descartada. O secretário municipal de Administração, Miguel Câmara, secretário de fazenda e o servidor Bruno (FOLHA DE PAGAMENTO),  asseguraram que irão participar da reunião, na sede do Sindicato, às 18h00 de quinta, 24. O link abaixo foi publicado no dia 06 de junho, e faz referência à promessa da prefeita, no dia da greve.  ACESSE CLICANDO AQUI!  Assessoria