Faltam 20 dias para a eleição do Sindsul

Olá, servidores. 👋🏽 A eleição para a escolha da nova diretoria está chegando. Faltam exatamente 20 dias para que ocorra a votação. 🗓️ Teremos urnas itinerantes e fixas. 🚙 Locais e horário de passagem das urnas serão divulgados logo, logo. O processo eleitoral ocorrerá no dia 25 de outubro, uma quarta-feira. VOTE! 🗳️
Mês das eleições – 25 de outubro

Bom dia, servidores. Esse é o mês da nossa eleição. A votação será no próximo dia 25 de outubro, uma quarta-feira e acontecerá a partir das 06h00 (Obras) e seguirá até às 17h00. Teremos Urnas Itinerantes (Educação, Saúde e Zona Rural) e Fixas (Paço, Obras, Hospital Regional e Semed – Chupinguaia e Pimenteiras). Os servidores filiados estão aptos a votar. Logo, logo divulgaremos a lista, assim como o percurso e horário de passagem das urnas itinerantes. VOTE!
Um mês para as eleições

Olá, servidores. No próximo dia 25 de outubro teremos a votação para a escolha da nova diretoria do Sindsul – Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia. A votação acontecerá nos municípios de Vilhena/Pimenteiras e Chupinguaia. Durante os próximos dias divulgaremos horários, percursos das urnas itinerantes e locais das urnas fixas. A nova diretoria estará a frente da Entidade pelos próximos quatro anos. 🗳️🫱🏽🫲🏾
Eleição no maior sindicato de servidores públicos do Cone Sul acontece no próximo mês em Vilhena

Servidores dos municípios de Vilhena, Chupinguaia e Pimenteiras do Oeste, filiados ao Sindsul – Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia – elegerão no próximo mês a nova diretoria que comandará a Entidade Classista pelos próximos quatro anos. A votação entre os funcionários públicos acontecerá no dia 25 de outubro, uma quinta-feira. Pouco mais de mil e oitocentos (1.800) servidores (filiados) estão aptos ao voto. O processo eleitoral teve início no dia 19 de junho, em assembleia realizada no Sindsul, quando foi eleita a Comissão Eleitoral, que é quem de fato, organiza e realiza a eleição. A Comissão é composta por cinco servidores que foram eleitos na reunião. Depois disso, abriu-se o processo de registro das chapas. Esse período durou de 05 de julho a 03 de agosto. Apenas uma chapa foi registrada, denominada “União e ação” encabeçada pelo servidor público com 21 anos de carreira efetiva, Everaldo Ribeiro, que hoje é tesoureiro da Entidade. No dia 25, urnas itinerantes percorrerão as escolas municipais e unidades de saúde do município de Vilhena, além de urnas fixas (HRV, Paço e Semosp). A urnas das cidades de Chupinguaia e Pimenteiras deverão receber os votos na Câmara municipal. A votação será das 06h00 às 17h00. Texto e foto: assessoria
Desvalorizados pela administração municipal, professores se negam a fazer hora extra

Após encerrar a greve dos servidores do Magistério que durou onze dias e teve grande adesão o Sindsul – Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia – passou a orientar, como forma de protesto, seus filiados a não fazerem hora extra, prática comum na administração. Os servidores, que tentaram diálogo com o executivo, cobram o reajuste anual amparado por Lei Federal no valor de 14,95%. O direito legal de greve foi impedido após liminar judicial e com isso os servidores voltaram aos seus postos de trabalho. Muitos desses funcionários que foram ‘desvalorizados’ pela administração local compensam a não contratação por parte da prefeitura de novos concursados realizando horas extras. Wanderley Ricardo, presidente do Sindsul parabenizou aos servidores que já se dispuseram a não trabalharem além do seu horário e afirma, “Quem sabe com os servidores não ‘se matando’ pelo município a administração entenda seu valor. É bom que as pessoas e administradores saibam que esses mesmos servidores que estavam em greve, estão há anos fazendo horas extras e recebendo apenas 50% do valor\hora. É uma ótima campanha e estamos totalmente de acordo. Pedimos que os servidores realmente não se dispunham a trabalhar fora do horário”, disparou Wanderley. A ideia de não darem continuidade na prática partiu dos próprios servidores e foi acatada pelo Sindsul. A entidade lançou na data de ontem, quinta-feira, 24 de agosto, a campanha – Hora Extra Zero – e passou a orientar seus filiados nesse sentido. Abaixo, a nota expedida pelo Sindsul aos seus filiados: CAMPANHA HORA EXTRA ZERO EDUCADORES FAZEM A EDUCAÇÃO E NOSSA FORÇA NÃO ESTÁ LIMITADA AO MOVIMENTO GREVISTA! Olá, servidores, a luta pela manutenção dos direitos é contínua e agora, mais do que nunca, precisamos unir forças. Ontem, dia 23 de agosto, fomos OBRIGADOS a encerrar o maior movimento grevista que esse município já viu. Tivemos a adesão de mais de 50% (cinquenta por cento) dos profissionais do magistério, que permaneceram firmes durante os onze dias que a greve durou. Infelizmente não houve negociação com o Executivo, que utilizou dos meios de comunicação para descredibilizar os educadores, que há anos trabalham dobrado para que as turmas não fiquem descobertas. Além de ignorar a causa e tentar retirar o direito constitucional de greve, Flori fala sobre “salários altos dos professores” para desmerecer nosso valor e justificar o não o cumprimento da lei que reajusta o salário. Flori também não demonstra vontade de resolver a situação, uma vez que não considera válida nossa Carreira. Estamos encerrando o mês de agosto e em poucos meses teremos novo reajuste anunciado e ainda não tivemos o Piso de 2023 aplicado. Como asseguramos nas assembleias, faremos nosso papel jurídico na busca pela aplicação, mas sabemos que dessa forma podemos ter prazos extensos que podem durar anos. A greve acabou, mas o protesto não! Dessa forma, mesmo os servidores que não aderiram à greve, podem agora contribuir de maneira eficaz, deixando de fazer hora extra ATÉ QUE O PREFEITO ATENDA NOSSO PEDIDO E RECONHEÇA NOSSO VALOR! Pedimos assim, que contribuam com a campanha HORA EXTRA ZERO até que o prefeito pague NOSSO REAJUSTE ANUAL COM OS REFLEXOS NA CARREIRA E VALORES RETROATIVOS AO MÊS DE JANEIRO, CONFORME PREVISÃO LEGAL. LEMBREM-SE QUE FOMOS OBRIGADOS A ABRIR MÃO DO DIREITO DE GREVE, O QUE MAIS PODERÃO NOS OBRIGAR? A hora de lutar é agora! União, educação! Vamos juntos! NOSSO PISO ou HORA EXTRA ZERO! Texto e foto: assessoria
Fim da greve: Sindsul recebe notificação judicial e encerra paralisação, “mas a luta continua”

Após receber a notificação da liminar judicial que obriga os educadores a retornarem às aulas, a diretoria do Sindsul convocou imediatamente os servidores do magistério para uma assembleia, no início da noite desta quarta-feira, 23, onde foi acatada a decisão da liminar judicial que leva os profissionais da educação de volta aos seus postos de trabalho. A assembleia, convocada com apenas duas horas de antecedência, contou com mais de cem educadores. O documento dava margem para que 20% dos grevistas continuassem o movimento, porém, em votação na assembleia ficou decidido que todos retornaram aos seus postos de trabalho. O saldo da greve é o pedido protocolado hoje pela manhã na Câmara de Vereadores, que solicita a abertura de CPI, para que se investigue os gastos da pasta da Educação. Abaixo, um texto que parabeniza aos servidores que participaram da greve e exalta o movimento, assim como a hombridade por parte da Entidade Classista em respeitar as leis. RESUMO DA ASSEMBLEIA DO DIA 23 QUE OCORREU EM CARÁTER DE URGÊNCIA, COM PRIMEIRA CHAMADA ÀS 19HOOMIN. A assembleia, convocada com apenas duas horas de antecedência, contou com mais de CEM EDUCADORES. Com onze dias de greve, após um movimento gigante que contou com a participação da comunidade, encerramos o movimento grevista dos profissionais do magistério do município de Vilhena. O desfecho da greve foi adiantado devido LIMINAR conseguida pelo município, que obriga os educadores a retornar às aulas partindo do princípio da essencialidade da educação. O SINDSUL sempre respeitou as leis e jamais entraria ou permaneceria em um movimento que pudesse prejudica-los. É por acreditar no cumprimento das leis e na legitimidade do piso que entramos em greve, e é com a certeza de dever cumprido que encerramos o movimento por força judicial. Amanhã os serviços escolares retornarão normalmente. Agradecemos a cada servidor que participou e que contribuiu, mesmo que indiretamente. Agradecemos a cada cidadão que apoiou e compreende a necessidade da valorização salarial dos profissionais da educação. Sobre a liminar: estamos juntando documentação necessária para revogação. Lamentamos o descaso do prefeito com os trabalhadores, e lamentamos ainda mais a tentativa de tornar um movimento previsto na Constituição Federal inconstitucional. Desejamos que haja um desfecho satisfatório, acreditando que o chefe do poder executivo vai reconsiderar seus atos e perceber que tem sido injusto com os servidores. Obrigada mais uma vez. Sintam-se abraçados. A greve acabou, mas A LUTA CONTINUA!
Sindsul e grevistas protocolam na Câmara pedido de abertura de CPI

O décimo primeiro dia de greve dos servidores municipais ligados à educação (magistério) teve como ponto alto o registro por parte do Sindsul – Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia – do pedido de abertura de CPI para que os vereadores investiguem a aplicação de recursos que chegam até a pasta da educação. O pedido foi recebido pelo presidente da Casa de Leis vilhenense, Samir Ali, que aproveitou o ensejo e declarou estar “do lado da Educação para o que der e vier”. Ronildo Macedo, outro vereador presente na entrega dos documentos, também declarou ser a favor da abertura de CPI. Além do ofício protocolado na Câmara a diretoria do Sindsul entregou aos vereadores um abaixo-assinado que contêm mais de 800 assinaturas de munícipes declarando apoiar a investigação. Wanderley Ricardo, presidente do Sindsul, explicou que o pedido protocolado hoje na Câmara, nada tem a ver com petição para cassar o mandato de Flori. “A intenção do Sindsul é e sempre será defender os direitos dos servidores. Cassação de mandato não compete a nós. Nosso pedido junto aos vereadores é que se investigue como tem sido aplicado o dinheiro da educação. Simples assim”, falou o presidente. Mesmo sendo contraditório, acreditar que um fiscal do povo (vereador) vote contra o pedido de fiscalização do dinheiro público, o Sindsul convocou os servidores grevistas para estarem na próxima segunda-feira, 28 de agosto, na sessão extraordinária, agendada para as 09h00, afim de “observar” voto dos vereadores em solenidade já confirmada pelo presidente da Casa, Samir Ali. Após o pedido protocolado, manifestantes ainda foram até o paço municipal, registraram o momento e retornaram ao Sindsul. Em tese, a greve continua até que seja de fato votada a abertura da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI). Texto e fotos: assessoria
Representantes da CUT participam de décimo dia de greve do Magistério em Vilhena

No décimo dia de paralisação por parte dos servidores da educação – Magistério – em Vilhena, o grupo de grevistas se reuniu com representantes da CUT – Central Única dos Trabalhadores na sede do Sindsul – Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul de Rondônia. Além disso, duas reuniões aconteceram na manhã desta terça-feira, 22 de agosto. Primeiro foi a vez da diretoria da Entidade Classista (Sindsul) se reunir com Flori Cordeiro nas dependências da Semed. O secretário de educação, Flávio de Jesus, cumprindo agenda em Porto Velho, não participou da reunião. O encontro teve caráter extrajudicial, já que o documento apresentado por parte da prefeitura não é de conhecimento do Sindsul. De toda forma, a sugestão trazida pelo gestor é de que os professores (80% dos servidores) que estão em greve retornem aos seus postos de trabalho. Os 20% restantes, orientadores e supervisores permaneceriam em greve. Assim, pela proposta trazida ao sindicato, as aulas retornariam, porém, sem orientação e supervisão nas escolas. O Sindicato recepcionou a proposta, mas informou ao prefeito de que as decisões sobre qualquer modificação ou encerramento abrupta da greve serão feitas após notificações judiciais. Oque ainda não aconteceu. “Sendo assim, a greve continua da mesma maneira, amanhã quarta-feira. Só arredaremos o pé depois de sermos notificados”, disse o presidente do Sindsul, Wanderley Ricardo. A outra reunião que aconteceu nesta manhã foi entre prefeito, diretoria do Sindsul e representantes da CUT. Raimundo Nonato, secretário geral da Entidade, veio de Porto Velho para tentar colher uma proposta aceitável para aos profissionais do magistério que esperam pela aplicação do Piso Salarial da categoria (reajuste de 14,95%). Raimundo chegou a questionar sobre a possibilidade de um pagamento parcelado por parte da prefeitura. Flori, ora diz que o município não tem o dinheiro para aplicação do Piso, ora diz que já fez o pagamento, quando menciona a complementação salarial que aplicou. Por fim, sem solução no impasse, o representante da CUT, garante que fará os encaminhamentos de pedidos para a aplicação do piso ao gabinete e diz que irá continuar acompanhando de perto o desfecho da greve. Texto e foto: assessoria
Nono dia de greve teve assinaturas para abaixo-assinado que pede abertura de CPI

Ainda em continuidade e chegando ao seu nono dia, a greve dos profissionais do Magistério em Vilhena, deflagrada após o não cumprimento por parte da administração local em aplicar o Piso Salarial da categoria, que por lei tem direito ao reajuste de 14,95% em seu salário base, teve movimentação na data de hoje, segunda-feira, 21 de agosto, apenas na sede do Sindsul. Os grevistas fizeram as primeiras assinaturas de um abaixo assinado, que pede a abertura de CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) que visa investigação no pagamento de complementação salarial feita pela prefeitura e a não aplicação do Piso. Diversas listas foram entregues aos grevistas. Eles foram encarregados de colherem assinaturas entre a população. Além disso, interessados em apoiar o movimento podem se dirigir até a sede do Sindsul e assinar o documento que será entregue aos vereadores. Durante a última semana os canais de comunicação do Sindsul receberam mais de 400 vídeos de pais declarando apoio ao movimento. Essa foi uma campanha feita pela diretoria e mostrou a força da paralisação. Amanhã, 22 de agosto, os servidores prejudicados com o descumprimento da lei, se reúnem novamente na sede do Sindsul, às 07h30. Texto e foto: assessoria
Coletiva reúne profissionais da imprensa em 8º dia de greve do Magistério

Ultrapassando uma semana e chegando ao seu oitavo dia, a greve dos profissionais em educação – Magistério – de Vilhena que cobram a aplicação do Piso Nacional da categoria no valor de 14,95% esteve concentrada na manhã desta sexta-feira, 18 de agosto na sede do Sindsul – Sindicato dos Servidores Municipais do Cone Sul – onde ocorreu uma Coletiva de imprensa. Alguns vereadores também se fizeram presentes e foram sabatinados pelos grevistas. A coletiva serviu para que fosse feito um balanço da primeira semana de greve. A explanação contou com a participação de vários veículos de comunicação. O presidente do sindicato, Wanderley Ricardo Campos Torres, comandou a ação. Aos jornalistas o presidente fez uma avaliação do movimento, considerando que a adesão e participação dos servidores está dentro do esperado, e deixou evidenciado que, neste momento, a manutenção do protesto é o desejo dos funcionários públicos. Ele também voltou a explicar a motivação da greve, e reforçou os argumentos acerca da forma com que os profissionais de nível superior devem ser contemplados pela lei do Piso Nacional, sendo que a administração também deve respeitar o estabelecido pelo PCCR das categorias que participam do movimento. Wanderley também abordou a perspectiva de apresentação de CPI para analisar a situação financeira do Município, deixando evidente que o funcionalismo é favorável a medida. Após a fala do presidente com os profissionais de imprensa os vereadores que quiseram fazer uso da palavra tiveram acesso aos microfones, e acabaram sendo questionados por servidores, mas de um modo geral não houve divergências de monta, e os parlamentares presentes evidenciaram seu apoio aos educadores. Além da coletiva, o oitavo dia de greve teve pelas ruas da cidade um carro de som explicando à população (com mensagem gravada) motivos da paralisação. Desta forma, ficou então nítido, que a greve vai continuar, inclusive com votação maciça dos presentes pela extensão dos dias de paralisação. A expectativa é que a partir da próxima segunda-feira, dia 21, a questão do pedido de abertura de CPI, por enquanto sendo tratada como possibilidade, tenha desdobramentos.